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LIVRO EM PRÉ-LANÇAMENTO (PREÇO PROMOCIONAL): RECEBA A PARTIR DE FEVEREIRO DE 2024.

Título: Mulheres invisíveis intérpretes das Américas 

Organização: Luciana Carvalho Fonseca, Helena Silveira Barbosa e Danielle Mendes Sales

Autores e autoras: Alessandra Marques, Magna Martins de Lima, Vitória Vale Lussari, Thais Marques de Souza Gonzaga, Julia Beatriz Viana Pires, Letícia Szuvarcfuter, Romário de Souza Santos, Bruna Arca de Sant’ Anna, Camila Juzumas Martinez de Camargo, Renan Vicente de Andrade, Tatiane Sayuri Ogawa, Maria Angélica Tápia Illanes, Milene Suzano de Almeida, Suely Abreu de Magalhães Trindade, Gabriela Kämpf, Raissa Aparecida Silva Costa e Rebeca Da Jung Lee, Ana Paula Teodoro de Jesus, Gabriella Formiga Marques Santos, Grazielli Formiga Marques Santos, Thais Sampaio de Meira, Ana Luiza Rebolo Lapo, Giovanna Vicentini Kim, Isabela Morassi de Sousa Mendes e Luiza Anselmi Cantoni

Editoras: Ema Livros e Editora Timo

 

SINOPSE

A História da Interpretação – muito mais difícil de ser contada do que a História da Tradução por apresentar escassos registros escritos – não é capaz de precisar se, como e em que circunstâncias todas essas mulheres exerceram a interpretação, apesar de suas consequências políticas e sociais serem expressivas. Assim, apesar de contarmos com informações sobre várias das personagens aqui presentes, há muitas lacunas. 

As lacunas poderiam representar um obstáculo intransponível à narrativa, porém a combinação delas com a imaginação dos autores e autoras fez com que fosse produzida uma obra que alia fatos históricos à ficção, permitindo-nos escutar-recriando a voz de mulheres fundamentais para a história da tradução e da interpretação nas e das Américas. Nossa intenção, com este livro, é destacar a importância de reconhecer e honrar as contribuições de mulheres que interpretaram o que hoje conhecemos por continente americano – seja de dentro ou de fora desta geografia.

As histórias aqui (re)contadas adotam uma perspectiva decolonial, uma vez que apresentam narrativas outras sobre pessoas subalternizadas, contribuindo, em certa medida, para rachar discursos dominantes de sexualização, passividade, ilicitude e traição atrelados às mulheres intérpretes. Tal perspectiva é imprescindível para a construção de um olhar mais complexo sobre o papel que elas desempenharam nos contatos e relações estabelecidas com as sociedades envolventes, de forma a permitir, assim, uma revisão crítica da genealogia dos Estudos da Interpretação e sua consequente reescrita.